É preciso que a juventude se guie pelos bons exemplos

Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Quarta, 04 de Dezembro de 2019.


É necessário ensinar a juventude, sem afastá-la dos estudos correntes, a buscar novos e fecundos estímulos para sua vida, abrindo os canais de sua mente a todo conhecimento que facilite o livre desenvolvimento de sua iniciativa.
Se pensarmos que os seres humanos não foram postos sobre a Terra para crescerem como as árvores, cravadas sempre no mesmo lugar, compreenderemos que uma finalidade muito superior os anima e que, ao se moverem de um ponto a outro e usarem sua inteligência, isso terá de ser para buscar a relação com seus semelhantes e a vinculação com tudo o que suas possibilidades abarquem. É lógico admitir, então, que, se os homens foram postos no mundo com uma finalidade, não foi para depois serem abandonados à sua própria sorte; alguém, acima de todas as vontades humanas, haveria de guiá-los, sustentando suas vidas. Tendo isso presente, de imediato se advertirá que a vida adquire um significado que é necessário considerar em toda a sua extensão.
O cultivo da inteligência, numa incessante superação, fará com que se abram esses canais até conectá-los a todas as coisas que interessem à vida humana. Não é nada estranho que, em tais condições, o ser se sinta atraído pelo afã de agigantar seus esforços, a fim de que a vida adquira cada dia maior amplitude e se prolongue até o infinito.
Não é tarefa fácil alcançar tão alta realização, mas ainda que só se conseguissem escalar alturas menores, elas seriam sempre valiosas para os fins da existência.
Para abrir os canais mentais e encaminhá-los na direção dessas elevadas miras, é preciso submergir a mente, pelo menos em certos instantes, no oceano das ideias; pensar muitas coisas e escolher uma para segui-la com o pensamento até a consumação do propósito perseguido.

Muitos exemplos já houveram no mundo; muitos acontecimentos estão registrados na História. Por que, então, não ensinar a extrair deles consequências úteis e felizes para a vida?
Se a juventude não for guiada pela persuasão do exemplo, seguirá às cegas, de um lado para outro, sem atinar, salvo raras exceções, como se orientar em meio à confusão reinante.
Faz-se necessário, repetimos, que a juventude caminhe na esteira dos exemplos; que se guie por eles, sobretudo por aqueles que deixaram uma pegada mais profunda nos caminhos do mundo; só assim poderá surgir nela a luz de novas inspirações.
O amor ao trabalho conduz, invariavelmente, a uma vida próspera e cheia de possibilidades. Quem nada faz não pode experimentar os momentos felizes reservados ao homem de empresa e iniciativa, mas quem está em constante atividade, quem sempre faz algo, encontra, mesmo nas pequenas coisas, as mais ternas satisfações.
Extraído da Coleção da Revista Logosofia, tomo 2, pág. 251
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