Mel, doce sabor milenar...

Um remédio de milhares de anos. Um prefácio quase político sobre alguma coisa do mel!

Terça, 08 de Janeiro de 2019.

Mel, doce sabor milenar...

Será difícil alguém que não conheça o mel, mais difícil ainda encontrar quem saiba exatamente o que é o mel. Dos bilhões de seres humanos sobre a terra, praticamente todos já o provaram.
O mel já existia nesse planeta antes que o homem surgisse.
É o mais nobre alimento, de paladar mais delicado e puro, a mais dadivosa fonte de energia que a natureza presenteia ao homem.
E no entanto, apesar da sua antiguidade, seu uso comum através dos tempos e milênios, ainda é um ilustre desconhecido. Quando não desprezado na manipulação dos alimentos fabricados e abuso da ignorância inocente do povo, criando subprodutos que maciças campanhas publicitárias apresentam como milagrosas, substituindo os produtos naturais. A ciência por seu lado, como reflexo das estruturas políticas e econômicas, tem estudado as coisas aleatórias, mais danosa a população.
O mel puro não se degrada, isso tem uma importância grande para pesquisar suas qualidades terapêuticas. Cientistas Russos verificaram que o mel é excelente para as feridas infeccionadas, porque desinfeta e estimula a regeneração dos tecidos. Além de substituir o açúcar refinado, o mel oferece uma série de outros benefícios ao organismo. Esse adoçante natural é proveniente do nectar das flores (líquido) sendo uma rica fonte de minerais, como Potássio, Magnésio, Sódio, Cálcio, Fósforo, Ferro, Manganês, Cobalto, Cobre e etc. Assim como podemos observar essa diversidade de nutrientes, tal alimento também se divide em diferentes tipos, embora poucos saibam disso.

Por Edgar Antunes

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