O espírito do Natal

Sábado, 15 de Dezembro de 2018.

O espírito do Natal

Mais um Natal se aproxima e, como sempre, abrimos os corações para a caridade e auxílio ao próximo. Em nossas ações, lembramos debrindar o outro com carinho e cuidado, seja em forma de gentileza ou apoio material: nos valemos da simpatia, redobramos os sorrisos, acertamos as diferenças com vizinhos e familiares, visitamos orfanatos e casas de repouso, apadrinhamos crianças através da famosa cartinha para o Papai Noel. Tudo lindo e válido, embora naturalmente fosse melhor que tais gestos perdurassem todos os dias do ano, não apenas em uma determinada época.
Da mesma forma, ideal seria que aquelas resoluções de ano novo, que fazem repensar a vida e através das atitudes individuais, pudessem ser postas em prática no cotidiano, tal qual nos ensina Santo Agostinho: ao fim do dia, no travesseiro, pôr em balanço o que fizemos de bom e também de ruim, para amanhã ter a oportunidade de corrigir os erros e repetir os acertos.
Que o convite inclusivo do Cristo, de amor e fraternidade, possa servir de mola propulsora para a transformação que tanto almejamos em nossa sociedade, não apenas nas datas festivas, mas em todos os momentos: mudança que deve vir de dentro para fora; do micro para o macro; do individual para o coletivo, criando a verdadeira corrente de bem capaz de alcançar nossas instituições e sedimentar valoresmorais e éticos como bondade, compreensão, honestidade, respeito egratidão.
Que o verdadeiro espírito do Natal, em suma, nos impulsione a praticar, na nossa jornada, o máximo das benfeitorias dispostas naqueles calendários de gentileza, tais quais doar livros, distribuir palavras e mensagens positivas, abraçar e elogiar nossos amores e amigos, recolher lixo ao caminhar, ceder o lugar na fila ou no banco da condução, e oferecer ajuda ao próximo (e ao distante também), entre outras coisas.
Que possamos fazer de 2019 o ano mais lindo de nossas vidas!
#BOMFIMDESEMANA

Por Daniele Barizon

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