O Trabalho E O Bem-Estar Dos Povos

Por Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Quarta, 12 de Setembro de 2018.

Ninguém poderia negar que os homens - e isto em todas as épocas e em todos os lugares da terra -, quando se dedicam ao trabalho com entusiasmo e amor, vivem contentes, e a felicidade preside seus lares, cujo ambiente se torna aprazível e cheio de esperanças. Também não se poderia negar que os homens, entregues assim a seus afazeres diários, vivem tranquilos, sem agitações estranhas a seus temperamentos pacíficos.
O bem-estar das famílias que cumprem com seus deveres domésticos e sociais, graças ao próprio esforço nas tarefas a que cada uma se dedica, constitui a base de solidariedade e de paz dos povos, das nações e da própria humanidade.
Propiciar, pois, a livre iniciativa, garantindo ao homem o usufruto de seus afãs quando estes se cristalizam em avanços de ordem econômica, que também significam prosperidade para a família e para todos os que se beneficiam com tais afãs, é preparar um clima de confiança e entusiasmo, a fim de que o homem se disponha a desenvolver suas atividades na plenitude de suas energias físicas e mentais.
Sabe-se que toda restrição à livre iniciativa desanima, oprime a vontade e torna infecunda a terra que deveria ser destinada a cultivos generosos e abundantes colheitas. Se se quer que o direito e a justiça reinem efetivamente e rejam os destinos da humanidade, todos devem ter o lugar que lhes corresponde no desenvolvimento das atividades comuns, e o esforço de cada indivíduo deve ser respeitado.
extraídos da Coletânea da Revista Logosofia Tomo 5 p. 235
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