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Reflexões que nos ajudam a conviver melhor

Quinta, 30 de Janeiro de 2020.

  Cada pessoa na vida tem experiências individuais, mas todos nós somos humanos e somos semelhantes nas dores, nas dificuldades e também nos amores. Portanto, não julgue ninguém. Não critique. Procure compreender.
Aquela pessoa com o rosto fechado pela manhã pode ter enfrentado sérias dificuldades no dia anterior.
Uma pessoa mal-humorada pode ter tido uma perda considerável.
Alguém que por algum motivo não te trata bem, pode estar sofrendo de alguma doença ou algum mal interior que você não sabe nada a respeito.
Alguém que xinga ou grita no trânsito, pode não estar feliz com sua vida e não ter paciência para nada. Porque todo o tipo de infelicidade gera muitos desconfortos, não gera paz, não gera concórdia. A pessoa que se sente infeliz está muito desconfortável e acaba por produzir infelicidades por onde passa.
E talvez ela não saiba como mudar esta condição. Seja compreensivo, tente ver o ser humano além da sua aparência e do seu comportamento.
Uma pessoa com raiva pode ser uma pessoa que está se sentindo sozinha, quer carinho e afeto ou então está inconformada, assustada diante de algum problema da vida e por isso se revolta, não consegue se comunicar direito. As aparências enganam.
Na empresa, o colega de trabalho que parece superior a todos, é arrogante e vive “puxando tapetes”, muito provavelmente é uma pessoa que não confia no seu valor, tem muitas dúvidas de sua competência. Como podemos observar, nos enganamos muito se olharmos só o comportamento.
Como diz uma postagem que eu adoro e que não sei o autor: "Todas as pessoas que você conhece estão enfrentando batalhas que você não sabe nada a respeito. Seja gentil. Sempre."
Não é só você que precisa e quer ser compreendido e também respeitado quando vive algo complexo na sua dor ou em suas perdas. O outro também quer e precisa de compreensão.

Por Patrícia Tavares