Seja mais tolerante, o mundo precisa disso

Quinta, 10 de Outubro de 2019.

Intolerância de todas as espécies. O que aconteceu com as pessoas, só respeitam quem tem a mesma opinião, só vale amar quem concorda com você em tudo?
Quem é diferente ou tem outra opinião, não conta, não merece ser respeitado?
Que mundo estamos vivendo?
Onde conquistamos várias evoluções científicas e tecnológicas, o mundo continua se expandindo em tudo em um ritmo frenético. E onde está o ser humano no meio disso tudo, está retrocedendo?!
É difícil de acreditar, que é tão complicado para alguém respeitar a opinião do outro, eu disse respeitar, como quer que a sua seja respeitada totalmente.
Se queremos paz, precisamos começar do início, deixar o outro ter a opinião que quiser, e mesmo não concordando, ter respeito absoluto, assim temos paz, cada um com a sua opinião. Ninguém querendo mudar ninguém. Até porque, quem disse que a sua opinião sobre qualquer coisa seja melhor, mais correta que outras?
Vamos refletir, minha gente!
Não existe como negar o valor importantíssimo, que cada um de nós tem na vida, no mundo.
Sua opinião é importante, a do “outro” também é.
Ainda tem um detalhe, como seres humanos, nossas opiniões podem ser equivocadas.
Cuidado, reflita, vamos seguir cultivando o bom senso, respeitando, e estaremos livres de grandes gafes.
Ninguém detém todo o saber, todo conhecimento.
No mundo, as diferenças e os pontos de vista diferentes contribuem para que possamos refletir, avaliar, entender outra forma de avaliar um assunto. Não é para que vire uma arena, se alguém pensa diferente, é de outro time, tem uma outra opinião sobre a vida, sobre política, sobre religião.
Existe o nosso direito de entendimento sobre um assunto, e existe o direito do outro, dos outros.
Sejamos justos, serenos, tranquilos, ninguém é obrigado a pensar como você, e também não é obrigado a pensar como os outros. Sejamos livres para pensarmos, sermos como consideramos melhor, entendermos com nossa mente, da forma como acreditamos, ser a melhor, e fornecermos aos nossos colegas a mesma forma de liberdade.
Compreensão, tolerância, direitos iguais.
Tudo isso é óbvio, mas parece que não é.

Por Patrícia Tavares

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