Paty do Alferes celebra 31 anos de emancipação com cantata de natal

Entre as atrações está a 8ª Cantata InCanto de Natal

Paty do Alferes - (Entretenimento) - Sábado, 15 de Dezembro de 2018.

Paty do Alferes celebra 31 anos de emancipação com cantata de natal

Acontece no próximo dia 15 de dezembro, em Paty do Alferes, a celebração dos 31 anos de emancipação do município. Para celebrar a data, a prefeitura está promovendo diferentes atrações. Entre elas, está a apresentação da 8ª Cantata InCanto de Natal, na Praça Goerge Jacob Abdue, a partir das 20h30, com entrada gratuita.
O prefeito Juninho Bernardes e o vice Arlindo Dentista convidam todos para celebração e destaca a importância dela para o município.
A 8ª Cantata InCantos de Natal terá apresentação de Coral Adulto e Infantil e solistas, acompanhados de camerata de Instrumentistas (violinos, saxofones, flauta, clarinete, teclado e percussão), reunindo cerca de 60 pessoas. O espetáculo é do grupo InCanto Musical, cuja produção e regência é da soprano lírica Kézia Chaves e produção executiva de Lúcio Chaves.

Sobre a história de Paty do Alferes

A história de Paty do Alferes se entrelaça com a de Garcia Rodrigues Paes, filho de Fernão Dias Paes, o lendário “Caçador de Esmeraldas”, em 1700, ano em que foi aberto por ele o Caminho Novo para escoamento do ouro de Minas Gerais ao Rio de Janeiro.
Quando Frei Antonil, percorrendo o Caminho, descreveu sua viagem no livro ”Cultura e Opulência do Brasil“, datado de 1711, citou a Sesmaria da Pau Grande (no atual distrito de Avelar ) como já sendo uma roça que principiava, desbravada em plena selva.
A partir da ocupação de terras da sesmaria da Pau Grande, Paty do Alferes, que começou a florescer ainda no sec. XVII, se desenvolveu em ritmo acelerado. Muitos sesmeiros logo se agruparam em torno do primeiro núcleo.
Grandes historiadores divergem quanto a origem do nome de Paty do Alferes porém, os registros históricos nos apontam para alguns caminhos e o certo é que por essa terras se estabeleceram, no início da colonização, dois Alferes de Ordenança: Leonardo Cardoso da Silva e Francisco Tavares (depois elevado a Capitão), no local que era conhecido como a “Roça do Alferes” e que foi da união do nome do posto militar de Alferes ao vocábulo indígena dado a uma palmeira abundante na região – os patis – que começou a se delinear, às margens do Caminho Novo, Paty do Alferes. Fonte: Divulgação PMPA
 

Por Zeca Lima

Crédito da Foto: Arquivo ERJ

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