Tragédia em Areal mata bebê

Areal - (Polícia) - Quinta, 27 de Setembro de 2018.

Tragédia em Areal mata bebê Quarto que pegou fogo

Após um bebê de quatro meses morrer devido a um incêndio ocorrido em uma residência, que fica situada na Rua Manoel Abrahão Messa, no Centro, de Areal (entrada que leva ao Campo do Eca), o caso foi registrado na 108ª DP e na edição de ontem (26) foi noticiado que a causa do incêndio não havia sido informada.
Com o decorrer da investigação os agentes da delegacia apuraram, que a mãe da criança estava em casa com seus dois filhos, um menino de 2 anos, e o bebê do sexo masculino e que quando a mesma foi ao banheiro, o filho mais velho empurrou a porta, que não é possível abri-la por dentro por causa de um defeito.
Desta forma mulher ficou presa por aproximadamente duas horas, e durante este período ela bateu várias vezes na porta para que algum vizinho a escutasse. Nesse tempo, a mãe não soube informar o que o filho, de 2 anos, ficou fazendo.
Um vizinho entrou na casa, abriu a porta do banheiro e falou para a mulher que o segundo andar estava pegando fogo e que ao subir não conseguiu visualizar nada devido a fumaça. A mulher então subiu e encontrou o quarto onde o bebê estava em chamas e ao pegar a criança, que estava com a fralda e a blusa queimadas, queimou as mãos e os braços.
Uma vizinha ajudou a socorrer o bebê, que foi levado Hospital Nossa Senhora das Dores, em Areal, com várias queimaduras e foi a óbito. A criança, de 2 anos, segundo a mãe, estava no segundo andar, só que em outro quarto, por isso ela não sofreu nada.
A mulher também contou, que no quarto onde estava o bebê, havia uma sapateira e que dentro da mesma tinha um isqueiro, que ela e o companheiro fumam e que o menino, de 2 anos, sempre a via manuseando o isqueiro, já ela também o usava para acender o fogão.
No relato, a mãe disse que já presenciou o filho acendendo um isqueiro. O companheiro da mulher teria perguntando se o menino estava brincando com o isqueiro e ele disse que sim. A 108ª DP segue investigado o caso e a criança irá conversar com um psicólogo, mas que a princípio o que aconteceu foi uma fatalidade.

 

Por Redação

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